Desconfortos e Dificuldades

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Quando eu escolhi meu curso de graduação, eu queria algo que não fosse difícil e que fizesse sentido comigo. Na época, eu jogava muito no computador e, assim como muitos fazem hoje, usei isso como uma justificativa para a minha escolha, que foi ciência da computação. Claro que não é um curso fácil, mas me recordo muito bem que um dos grandes fatores que me fez escolhê-lo foi o fato de não ter nenhuma disciplina de física e não ir além do cálculo 2. Bom, isso não fez muita diferença, pois semestre passado cursei cálculo 3 como optativa e, agora, por falta de opções, vou acabar cursando física 1 e possivelmente física 2 futuramente.

Primeiramente, você caiu no clickbait. Antes de qualquer polêmica, eu quero deixar claro que o cristianismo NÃO é destrutivo, mas infelizmente não posso negar que alguns vícios particulares de quem é praticante podem estar atrasando o seu desenvolvimento interno. Da mesma forma, quero explicar como essa religião impacta positivamente a vida de inúmeras pessoas, independente de qualquer porém que possa haver.

O Cristianismo é construtivo?

O cristianismo, para além da vertente sendo praticada/seguida, pode entregar e normalmente entrega vários benefícios mentais e (aparentemente) espirituais para seus praticantes, o que acaba servindo como um sentido de vida para vários deles, fomentando o seu desejo de viver, de melhorar e de servir a Cristo. Algumas vezes eu já fui a igrejas, tanto católicas quanto evangélicas, e em todas eu fui muito bem recebido: as pessoas me tratavam bem e de forma acolhedora, até mesmo quando demonstrei dar preferência para outras tradições. Isso é algo admirável que dificilmente é visto em grupos que normalmente se colocam “contra o cristianismo”, apesar de eu ter a noção que muitas vezes esse acolhimento vem com aquela segunda intenção de evangelizar, mas tudo bem.

A Vítima

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Vítima. Ideia pouco falada, mas percebida todo santo dia, em todo lugar por qual passamos.

Quando falamos de vítima, estamos falando de uma pessoa que sofre por conta de algo ou alguém: o “agressor”. E, nesse momento, terceirizamos a SOLUÇÃO para o nosso problema: inconscientemente, já admitimos para nós mesmos que não conseguimos resolvê-lo, afinal, “que culpa eu tenho se eu sou a vítima e ele o agressor?”.

O leigo enxerga essa situação e repete as exatas mesmas palavras do final do parágrafo anterior. Afinal, a pessoa que é vítima não desejou em nenhum momento sofrer o que está sofrendo e, portanto, só lhe resta sofrer calada em sua posição injustiçada que lhe foi dada por Deus, ou por seja lá a divindade/crença que você, leitor, tenha.

Personalidade

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Um dos maiores problemas que vemos no mundo atual é a famosa “Crise de Identidade”. Pessoas que não sabem quem são e não entendem seu propósito na terra. Pessoas que se sentem vazias por dentro, mas que, em contrapartida, possuem uma vasta gama de opiniões, gostos e visões de mundo com a qual dizem se identificar.

Os motivos que desencadeiam esse tipo de sentimento são muitos e já bastante discutidos nos campos da psicologia, não planejo “copiar e colar” coisas que muito provavelmente grande parte de vocês, leitores, já conhece ou ouviu falar.

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